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* Estrela * Cor * de * Terra * Bom dia, meus amigos.
Mais uma vez um ano está terminando. A longa caminhada de 2006 está chegando ao final. E eu estou muito feliz. Principalmente porque a partir de ontem eu estou me dando férias. Ufa! Eu mereço. Ainda tive um trabalho para fazer, mas depois comecei o meu processo de relaxamento. Sei que para mim é difícil parar. Mas agora vou parar e ter um tempo pra mim, para avaliações e reflexões da minha vida nesse ano. Recomendo a todos fazerem.
É muito difícil na vida atual termos o nosso tempo de relaxamento, para pensarmos, refletirmos. A vida tornou-se corrida de mais. A falta de tempo é imperdoável. Falta de tempo para dizer eu te amo, falta de tempo para ter consideração, falta de tempo para amar ao próximo. A gente corre, corre, corre. E muitas vezes o que nos espera é um enfarte.
Por isso, esse meu tempo de agora será sagrado. Até porque desejo plenamente que o ano novo seja novo realmente. Não que esse ano não tenha sido bom. Foi muito especial pra mim em todos os sentidos. Não tenho do que me queixar. Tenho que aceitar tudo de bom que me aconteceu.
Em 2007 eu já pretendo fazer um monte de coisas. Queria usar menos as máquinas. Nossa! Como a vida é cheia de máquinas. Com o computador, então, a gente passou a viver a máquina. Eu quero muito usar menos computador esse ano. Só para o essencial. Eu sei que o meu trabalhado necessita dele. Mas não pretendo perder tempo com coisas desnecessária. Ah, desculpem-me todos os amigos orkutianos, mas estou pretendendo sair temporariamente do orkut a partir de janeiro. Foi muito divertido encontrar amigos por aqui. É claro que o orkut também gera chateações. Mas não é esse o real motivo que me fará sair. É que estou mesmo com saudade das pessoas. Quero usar mais o telefone e ligar para elas. Escrever cartas, como sempre fiz. Dar carinho demasiado.
Estou mesmo com saudade das pessoas. Sentia saudade quando me ligavam no dia de natal. Hoje os scrap’s venceram. Nem lembro mais a voz dos meus amigos. E como era bom ouvi-los. Tenho saudade também de quando eu ligava para as pessoas, somente para saber como foi o dia delas. Poxa!!! Como a gente perde isso?! Ainda somos muito burros e pouco evoluídos para entender o quanto estamos perdendo em humanidade. Por isso não me furtarei a fazer coisas como antes, pois essas coisas eram e continuam sendo importantes. Então, em 2007 também pretendo escrever mais cartas de amor. Não cartas de guerra.
Mas gostaria mesmo de dizer que estou feliz. Esse meu tempo de agora vou aproveitar para pensar um pouco em mim. E querer que o próximo ano seja mais um degrau a subir do meu crescimento enquanto pessoa. Quero crescer mais e mais espiritualmente. E poder entender o meu próximo e ser atencioso com ele. Porque muitas vezes somos desatentos.
E gostaria muito de dizer uma coisa a vocês: agradeçam as coisas boas que lhes aconteceram. As ruins, não dêem tanto peso. Os erros foram necessários. Todos eles. Tive um ano especial. Mas, com certeza, errei um bocado. Em alguns momentos. O que deve me servir para mais um aprimoramento. O que importa é que viver é bom. Dependendo do modo como você olha a vida. Se você tem uma mente vitoriosa, você terá uma vida vitoriosa. Penso muito nisso. E aconselho sempre: reprogramem a mente de vocês. Não vamos boicotar a nós mesmos.
Como já está longo isso, e sei que muitos não terão tempo de ler, eu gostaria de pedir desculpas às pessoas que, por ventura, magoei na corrida da vida. Se eu entristeci alguém, estou me desculpando agora. Tudo pode ter sido um grande mal entendido. E há chances, sempre há, de reparar erros. E aos que me ouviram – e, às vezes, eu falo pra caramba -, me fizeram feliz, me deram um sorriso, me socorreram quando precisei, o meu mais sincero agradecimento. E a todos aqueles que mandei mensagem positiva, que dei amor, carinho, dedicação, tenham certeza que me esforçarei para continuar sendo um bom amigo, exercitando a minha compaixão.
É isso, amigos. Esse, na verdade, foi apenas um modo poético de dizer BOM DIA. Bom dia a todos. Bom dia, vida!!!!!!
RAUL FRANCO Escrito por Ana.T às 09h58 [] [envie esta mensagem] pacto sem dedo furado sem sangue encostado fico apenas com a sua promessa dita assim mesmo no espaço entre os beijos no intervalo entre os apertos no encontro rápido quando pouco se fala quando muito se quer quando sem pactos ou rituais fico apenas com a sua palavra acalmando e garantindo que haverá uma outra vez Escrito por Ana.T às 01h20 [] [envie esta mensagem] “A princípio, diziam, era amnésia, depois a esquizofrenia – tantas palavras belas para camuflar este vazio, esta cratera de suas bombas que se abriu dentro de minha consciência: um buraco, eis o nome. Puseram-me uma medalha no peito, não sei se havia um Cristo nela, veio o arcebispo e disse algumas palavras em latim, depois falou um vice já nem me lembro do quê, falou um outro, e ainda um outro – todos estavam eufóricos, havia música no ar, muitas bandeiras, alguns foguetes, um beijo estalou-me na face direita. Por dentro eu estava que era só vazio, nem era o momento de lembrar-me de coisa alguma, poderiam tomar-me por um traidor com medalha e tudo – alguém me tomava pelo braço e me levava: eu ia. Quando vi já estava chorando no meu canto, sem uma tristeza, chorando simplesmente, como se me derretesse ao sol – atrás de mim havia um muro, lembro-me bem. Todos me saudavam como um herói, conhecidos e desconhecidos, e eu era para mim mesmo um desconhecido – um desconhecido que chorava sobre o meu rosto, sem ao menos se cobrir com as mãos. Eu devera ter sido puro para chorar a esse ponto e sem um motivo ao menos, tão distante de tudo e sem um motivo ao menos, tão distante de tudo como o muro às minhas costas, a mesma fria insensibilidade, a mesma ausência de vísceras e nervos. Era mais um vômito, o estrebuchamento de uma consciência morta a golpes de baioneta, dados não recebidos, pressentidos mais que dados, algo cuja verdade me escapava e era a minha única verdade. Quando vi eu gritava bem alto: MERDA!, duas, três, vinte vezes, com toda a força dos meus pulmões, como um cachorro voltado para a lua, sem saber bem o que fazia – simplesmente pela necessidade de gritar, como poderia ter gritado DEUS ou qualquer outra palavra sem sentido. Desde então fiquei sozinho para sempre, com a nova consciência que me pregaram a martelo no peito, este fundo abismo sem fundo, frio frio frio, como um ressuscitado em verdade mais morto do que nunca, sem passado, sem futuro, enxergando as coisas por binóculo, tão distante tudo, todos.” Campos de Carvalho, in Vaca de Nariz Sutil Escrito por Ana.T às 01h03 [] [envie esta mensagem] foto-longa-"podes crer" dá um look nas roupas... Nem dá pra acreditar que já usamos isso... Escrito por Ana.T às 01h33 [] [envie esta mensagem] ![]() Escrito por Ana.T às 01h32 [] [envie esta mensagem] Por que falo mal dos anos 80 Matéria no Globo (via Neosaldina com Coca-Cola) cita o autor de um livro sobre aqueles anos: Quem falava mal da década de 80 tinha dor-de-cotovelo. Especialmente os que viveram os anos 70 e começaram trabalhar e a ter responsabilidades nos 80. A geração dos 80 foi a primeira que não teve uma expressão ideológica. Foi uma década de pouca preocupação e muito divertimento para a juventude - avalia Alzer, que saiu dos anos 80 com 19 anos. O sujeito deu uma definição esquisita daqueles anos. Foi nos anos 80 que o movimento sindical renasceu, que a ditadura militar se esfacelou, que o Muro de Berlim caiu -- e não tiveram expressão ideológica? Os anos 80 foram os anos da vitória definitiva do capitalismo e o fim da utopia para muitos, e possibilitou a loucos como Francis Fukuyama proclamarem "o fim da História". Passei boa parte dos anos 80 envolvido com política estudantil, e obviamente sou suspeito para falar; para mim, a alienação é um prêmio duramente conquistado. Mas a verdade é que a segunda metade dos anos 80 foi uma época de agitação política, em que o país se reencontrava com a democracia. E muita gente boa participou dela. E não custa lembrar da crise econômica. A coisa ficou tão braba naqueles anos que se colocou em desuso uma palavra -- carestia -- porque ela já não dava conta do que acontecia. A tal alienação encontrava o seu limite no bolso. O fato é que qualquer década é de pouca preocupação e muito divertimento para quem é adolescente, e mesmo quando não é acaba se tornando algo do tipo, porque a memória vai selecionando os fatos passados e transformando uma época miserável, como costuma ser a adolescência, nos tempos mais felizes que se viveu. Mas daí a fazer uma comparação tão boba vai uma distância muito grande. Os sujeitos provavelmente imaginam que todo adolescente nos anos 70 pegou em armas, e esquecem -- ou não sabem -- que a maior explosão de hedonismo aconteceu justamente naquela década: a discoteca. Eles não foram considerados "a década do eu" à toa. Na verdade, o que se viu nos anos 80 foi outra coisa: um processo de fragmentação social irreversível, aprofundado nos anos posteriores. No caso dos autores do livro, sua "tribo" específica podia ser tudo isso: alienada, inconseqüente, talvez fútil. Mas ela não respresenta os anos 80. Além disso o livro tem alguns erros. O computador não se popularizou nos 80, e sim nos 90; durante aquela década computadores eram caros, para ricos e para uns poucos aficcionados. Os anos 80 apenas viram a chegada dos micro-computadores ao mercado brasileiro. E Kichutes eram mais usados nos anos 70; os 80 viram seu ocaso. Por mim, eu continuo falando mal dos anos 80. Eu evitava ouvir rádio porque não suportava a música -- até hoje aquele som de bateria, com caixa muito amplificada, me dá arrepios, e apenas uma cresceu com o tempo: Like a Virgin, de Madonna, é uma bela canção pop --, só via televisão tarde da noite (com exceção de algumas minisséries como "Anos Dourados"). Era velho demais para gostar de Xuxa ou do Balão Mágico. Não vi Top Gun, Rambo II, The Breakfast Club ou Ferry Bueller's Day Off no cinema -- e com exceção dos dois últimos, achei tudo um lixo (mas assisti a "Eu", de Walter Hugo Khouri, e fiquei sabendo que o avô de Marcelo tinha um belo e invejável slogan: "Io se non chiavo non mi diverto"). Um dos meus orgulhos é ter passado incólume pela moda daqueles anos: acho que descobri cedo demais que jeans, camiseta branca (na época com dizeres tipo "Liberdade para Lamia") e tênis são atemporais. Não usei calça verde-limão, roupa da OP ou tênis quadriculados. Meu passado, que me condena em tantas coisas, me inocenta desses pecados. Para mim os anos 80 foram chatos, só isso. (Por Rafael Galvão em 12 de dezembro de 2004: domingo) ***** Vejo os anos 80 como um hiato, com uma geração que procurava, sim, o próprio caminho. Um caminho perdido em algum lugar na metade dos anos setenta e sem forças para imprimir as mudanças dos anos seguintes. Mas dicordo que alguns. Os anos 80 foram muito especiais, principalmente para aqueles que como eu viveu a infância. Lembro-me do Michael Jackson, naquela época ele era de mais, lembro da discoteca babilônia, da minha caloi. Renegar isso e ter vergonha do meu passado e isso eu não tenho. Não podemos ficar apegados ao que passou, o presente é o mais importante, mas as lembranças devem ficar vivas, e é por isso que os anos 80 sempre vão viver.De qualquer forma, pra dar uma sacada nos "80" ou em outra coisa, é preciso compará-la com outras, é preciso traçar diferenças, dar uma olhadinha e escutadinha para saber onde a turma usou mais a cabêça; toda época é importante; o mundo rola pra frente, subindo e descendo; numa dessas descidas, anos 80. Descupa aí, galera: tô com o autor. De lá trago minha infância de bamba e all star... e a coca-cola!! Escrito por Ana.T às 01h27 [] [envie esta mensagem]
***** eu ainda sou garota. e espero o ônibus.rezo baixo pelos cantos por ser uma menina má. ando na rua. troco cheque. mudo tanta coisa de lugar. eu só peço a deus um pouco de malandragem...hehehe. Escrito por Ana.T às 19h24 [] [envie esta mensagem] Longa- "Podes Crer" ![]() Escrito por Ana.T às 19h17 [] [envie esta mensagem]
Sem muitos comentários... Porque sempre fica o nó na garganta... mas eles mereceram! esse sim foi artista. craque. patriota! por duas vezes!!
Escrito por Ana.T às 18h04 [] [envie esta mensagem] Parreira admite que seleção estava "rachada" na Alemanha da Folha de S.Paulo, em Frankfurt Um dia após a eliminação do Brasil para a França, pelas quartas-de-final da Copa do Mundo da Alemanha, o técnico Carlos Alberto Parreira admitiu haver um racha na seleção. Foi a declaração mais clara de Parreira até agora confirmando as rixas entre atletas velhos de casa e novatos, que cindiram o elenco derrotado. Em entrevista coletiva antes de deixar o hotel em Frankfurt, o treinador concordou que não conseguiu unir o time no momento mais importante destes seus quatro anos como comandante. "Nosso trabalho desde o início foi fazer com que esses talentos jogassem em equipe. Conseguimos isso em determinados momentos, mas não conseguimos com a mesma intensidade na Copa", declarou. Na Alemanha, ele se viu às voltas com a insatisfação de jogadores como Kaká, Juninho, Rogério e Ricardinho, que queriam mudanças no time. Ronaldo, Adriano, Cafu e Roberto Carlos eram os principais alvos. A pressão dos jogadores com menos tempo de seleção deixou o técnico no meio de uma queda-de-braço, pois os atletas mais antigos, liderados por Cafu e Roberto Carlos, eram contra alterações e falavam diretamente com Parreira. Ontem, o treinador mostrou que pisava mesmo em ovos. "Mexer nos medalhões sempre é mais difícil. Mas, conforme a necessidade surgiu, mudamos. Fizemos isso com o Ronaldo. Ele acabou se recuperando e mostrou o seu talento." Tal recuperação é questionada pelos mais novos. Eles reclamam que bastou jogar bem contra o frágil Japão para que Ronaldo fosse considerado reabilitado pelo chefe. Um dos maiores sinais da crise foi dado por Rogério. Contra a Austrália, à beira do gramado, Parreira gritava para seu time atacar, já que a defesa rival era lenta. Em tom jocoso, o goleiro disse no banco que o treinador se esquecera da lentidão de seu próprio ataque. Ronaldo e Adriano estavam em campo. Rogério e Ricardinho se queixavam do técnico a amigos. Atacavam a demora dele para mexer no time, a falta de diálogo com os atletas e a proteção aos mais experientes. Parreira nega o tratamento diferenciado, mas ontem defendeu Cafu e viu certo nervosismo em seu substituto. "Cicinho entrou contra a França, porque pensávamos que poderia melhorar a equipe, mas deu na mesma. O impacto de entrar numa partida de Copa, nessas condições, é muito grande." Na avaliação de Parreira, a forma como a seleção se despediu da Alemanha ontem, com cada jogador indo para um canto, também foi um sinal da falta de união. Ele lembrou o primeiro título do Brasil, em 1958, na Suécia, que teve a participação em campo de Zagallo, hoje seu coordenador. Para o técnico, aquela era uma seleção sem divisão. "O time saía unido do Brasil, todo mundo uniformizado, fazíamos uma visita ao presidente. Tinha jogo de despedida, voltávamos unidos. Havia um simbolismo, um romantismo. Isso mudou, como mudou o mundo. Agora, a convergência é outra. Os jogadores moram na Europa. É tudo diferente." Escrito por Ana.T às 18h00 [] [envie esta mensagem] ARMÁRIO Eu queria, senhora, ser o seu armário
Escrito por Ana.T às 12h55 [] [envie esta mensagem]
Um bom carnaval para todos vocÊs!! Escondendo a tristeza atrás da pintura... O sorriso atras do nariz... Vamos ver a banda passar!! Escrito por Ana.T às 10h27 [] [envie esta mensagem] Cidadão Quem Veja só esta frase: "Se não há nada, Porque todos temem perder, Todo esse nada " É de pensar... As vezes uma frase que fala do "nada" diz "tudo" aquilo que não se sabe... O "será" só é definitivo quando convém... Escrito por Ana.T às 12h48 [] [envie esta mensagem] O amor em tempos de crise "Uma interdição habita em mim"Lionel Fischer Como se sabe, amar é um verbo. Mas, ao contrário da maioria, pode ser conjugado em tempos e modos praticamente infinitos. No presente caso, estamos diante do amor interditado. Mas, quem seria o interditor? Talvez aquele que ama, pois pode muito bem criar barreiras - conscientes ou não - capazes de fazer naufragar um sentimento ou até mesmo impedi-lo de florescer. É possível que seja essa a idéia que serviu como ponto de partida para a criação de "Uma interdição habita em mim". Em cartaz no Espaço Sesc, o texto leva a assinatura de Manoel Prazeres, estando a direção a cargo de Helena Varvaki. No elenco, Ana Luíza Cunha, Anna Terra, Claudia Dourado, Danielle Nino, Gustavo Nunes, Paola Castillo, Patrícia Weiss, Rafael Gnone, Renato Borges, Sônia Tinoco e Zé Helou. Segundo consta no programa, o texto é fruto de depoimentos dos atores, o que faz supor que as vivências pessoais de cada um estejam de alguma forma materializadas na cena. Se é assim, chega-se à conclusão de que o amor - ao menos para a juventude atual - talvez não viva tempos de cólera, mas sem dúvida passa por um turbilhão de indecisões, carências, perdas e desencontros. Sim, pois tudo que nos é mostrado é inconcluso ou insatisfatório, deixando a impressão de que o amor é mais uma ilusão do que uma possibilidade concreta. E se não chega a ser uma ilusão, ao menos parece ser um alvo muito difícil de ser atingido. Seja como for, o fato é que o texto prende a atenção da platéia, que o acompanha com real interesse. Mas isto também se dá em função da dinâmica cênica criada por Helena Varvaki, fragmentada e imprevisível como o sentimento básico que norteia o espetáculo. E este também é muito valorizado pelo ótimo trabalho dos atores, todos inteiramente engajados na proposta da encenadora e dispostos a se entregar sem reservas à exposição de suas muitas contradições pessoais. Num momento em que a cena carioca está quase que completamente tomada por espetáculos voltados para o humor, eis aqui uma bela alternativa, que merece ser prestigiada de forma incondicional - e rápida, já que a montagem só fica em cartaz mais uma semana. Com relação à equipe técnica, Helena Varvaki assina uma trilha sonora adequada, sendo correta a iluminação de Fred Tolipan. Quanto aos figurinos, não assinados, estes estão em perfeita sintonia com a personalidade dos atores/personagens. A mesma sintonia se faz presente na cenografia, igualmente não assinada. UMA INTERDIÇÃO HABITA EM MIM - Texto de Manoel Prazeres. Direção de Helena Varvaki. Com grande elenco. Espaço Sesc. Sexta e sábado, 20h. Domingo, 19h. ![]() Escrito por Ana.T às 13h08 [] [envie esta mensagem] ![]() Escrito por Ana.T às 13h17 [] [envie esta mensagem] |
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